sábado, 25 de março de 2017

KASPERSKY AVISA UTILIZADORES

Posted by Charles E. on sábado, março 25, 2017

De acordo com a Kaspersky, 83% das aplicações móveis conseguem aceder aos dados mais sensíveis dos utilizadores. Algumas chegam mesmo a atuar em segundo plano sem a autorização dos mesmos.

De acordo com a Kaspersky, 83 em cada 100 aplicações móveis acedem aos dados mais sensíveis dos utilizadores, chegando mesmo, por vezes, a obter as autorizações necessárias para fazer telefonemas e enviar mensagens escritas diretamente do equipamento onde foram instaladas.

Num estudo intitulado "My Precious Data: Digital clutter and its dangers" que foi feito a 17 países, entre os quais Portugal, a empresa acusa os utilizadores de serem pouco cuidadosos com as informações que guardam nos seus telefones, indicando que estes "expõem os seus dispositivos e dados pessoais a ameaças de segurança, falhando em medidas simples de proteção [...] como fazer a atualização do sistema".

Alfonso Ramírez, responsável ibérico da Kaspersky, explica ainda que o excesso de armazenamento de dados nos dispositivos "mostra que a manutenção das aplicações está a ser negligenciada".



Por outro lado há também aplicações que podem funcionar em segundo plano sem qualquer autorização dos utilizadores. Para o provar, a Kaspersky testou 66 das aplicações mais populares para Android, descobrindo, por fim, que 54 delas manifestavam este comportamento. A solução, que apenas 40,1% dos portugueses assumem adotar como prática corrente, é o ajuste das definições de cada uma das aplicações que se instala. Embora abaixo da metade, o valor é, em comparação com os outros 16 países que integram este estudo, o melhor registado pela Kaspersky.

A prestação dos utilizadores nacionais não foi, no entanto, tão satisfatória noutros parâmetros de segurança. Apenas 27,8% disse recusar-se a instalar uma aplicação em situações em que as suas licenças vão contra os seus próprios critérios de segurança e 72% admitiu não limpar nem atualizar as suas apps com frequência, mas apenas quando é obrigado.

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